domingo, 17 junho, 2018
Saúde
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Imagem: Divulgação Internet

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou ontem (29) sobre a resistência generalizada aos antibióticos que são usados para combater bactérias que causam várias infeções. Os mais frequentes microrganismos causadores de doenças são a Escherichia coli, que provoca infeções do trato urinário, e as bactérias Klebsiella pneumoniae, a Staphylococcus aureus e a Streptococcus pneumoniae, que causam a pneumonia, seguidas pela salmonella. A informação é da ONU News.

A OMS lançou no início desta semana o Sistema Mundial de Vigilância da Resistência aos Antimicrobianos, visando “padronizar a coleta de dados dos países para dar uma imagem mais completa dos padrões e tendências” referentes ao assunto.

Segundo a agência da ONU, o sistema não inclui dados sobre a resistência da bactéria que provoca a tuberculose, a Mycobacterium tuberculosis, porque o relatório global sobre a doença já inclui essas atualizações desde 1994.

Um estudo da OMS analisou pacientes com suspeita de infeção sanguínea em diversos países, onde as bactérias resistentes a pelo menos um dos antibióticos variou de zero a 82%. A agência revelou ainda que a resistência à penicilina, usada há décadas para tratar a pneumonia, variou de zero a 5% entre os países que reportaram sua situação. E uma proporção entre 8% a 65% de infectados pela bactéria E. Coli apresentou resistência ao antibiótico ciprofloxacina que trata a infecção.

Brasil e Moçambique

Brasil e Moçambique sãos os únicos países de língua portuguesa incluídos no Sistema Global de Vigilância Antimicrobiana da OMS, que envolve 25 países de alta renda, 20 de renda média e sete de baixa renda. Timor-Leste está ainda por adotar as regras do sistema de vigilância nacional. A OMS disse apoiar os países a criarem esses guias para que haja dados confiáveis e significativos sobre a sua situação. (Reprodução: Agência Brasil)

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Imagem: Internet

Resultado de imagem para carnavalA poucos dias do início do carnaval, o Ministério da Saúde reforçou hoje (29) que a vacina contra a febre amarela deve ser aplicada pelo menos dez dias antes de qualquer viagem para locais do país onde há recomendação de imunização. A pasta destacou que a orientação só é válida para pessoas que nunca se vacinaram: quem já tiver recebido uma dose ao longo da vida não precisa procurar novamente os postos de saúde.

“Para garantir a proteção, a dose deve ser aplicada com, pelo menos, dez dias de antecedência à viagem, tempo necessário para o organismo produzir os anticorpos contra a doença”, informou o ministério por meio de nota. Ao todo, 20 estados e o Distrito Federal fazem parte da chamada Área com Recomendação de Vacinação. “Para quem vai se deslocar no período do carnaval para uma dessas áreas, a recomendação é buscar a imunização até o fim de janeiro”.

Os casos de febre amarela registrados no país, segundo o comunicado, permanecem no ciclo silvestre da doença – quando a enfermidade é transmitida apenas por mosquitos encontrados em regiões de mata, dos gêneros Haemagogus e Sabethes. O último caso de febre amarela urbana foi registrado no Brasil em 1942. “Portanto, os cuidados devem ser redobrados para os viajantes que se deslocarem para zonas rurais e áreas de mata”, informou o ministério.

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Ainda de acordo com o governo federal, desde 2017 até o momento, foram encaminhadas cerca de 57,4 milhões de doses da vacina para todo o país, sendo 48,4 milhões de doses apenas para os estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia, onde a estratégia de vacinação está sendo intensificada.

Dose única

Desde abril de 2017, o Brasil adota o esquema de dose única contra a febre amarela, recomendado a partir de 2014 pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Segundo o ministério, estudos comprovaram que uma dose é suficiente para proteger a pessoa durante toda a vida.

“A vacina para a febre amarela é a medida mais importante para prevenção e controle da doença, e confere proteção entre 90 e 98%, além de ser reconhecidamente eficaz e segura. Entretanto, assim como qualquer vacina ou medicamento, pode causar eventos adversos”, destacou a nota.

Para algumas populações, a vacina é contraindicada. São elas: pessoas com alergia grave ao ovo; portadores de doença autoimune; pacientes em tratamento com quimioterapia/radioterapia; crianças menores de 6 meses e pessoas que vivem com HIV/aids (com contagem de células CD4 menor que 350 células/mm3).

“Para essas pessoas, a prevenção pode ser feita com uso de repelentes e roupas de manga comprida, além de evitar locais com evidência de circulação do vírus”, orientou a pasta.

Outros grupos devem ser vacinados somente se estiverem em áreas de risco e, antes, devem ser avaliados por um serviço de saúde para definir se há necessidade de vacinação. É o caso de gestantes; mulheres que estão amamentando; idosos; pessoas que vivem com HIV; pacientes que já terminaram o tratamento com quimioterapia/radioterapia; e pessoas que fizeram transplante.

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Imagem: Reprodução Internet

A cidade de Caldas Novas, destino turístico no Sul de Goiás, está enfrentando um surto de conjuntivite: foram registrados 500 casos em dez dias. Uma equipe com integrantes do Ministério da Saúde (MS) e da Secretaria Estadual de Saúde (SES) viajou para a região nesta segunda-feira (22) para investigar o que teria causado o aumento nos casos da doença e iniciar medidas para combatê-la.

“O objetivo é apoiar o município na investigação do surto visando interromper a cadeia de transmissão. As principais ações do município já foram executadas. Agora, vamos intensificar as ações apoiando o município”, explicou ao ‘G1’ a coordenadora estadual do Centro de Informações Estratégicas e Resposta em Vigilância em Saúde, Ana Cristina Gonçalves de Oliveira.

De acordo com a Secretaria de Saúde de Caldas Novas, o número de casos é 30% maior neste ano em relação ao mesmo período do ano passado. Só a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) tem registrado cerca de 50 casos da doença por dia.

A doença

Os sintomas da conjuntivite são dor, coceira, vermelhidão e secreção nos olhos por até 15 dias. Os tipos mais comuns são o viral, o bacteriano e o alérgico.

Dicas para evitar o contágio

  • Lave com frequência o rosto e as mãos, pois são veículos importantes para a transmissão de microrganismos;
  • Evite coçar os olhos;
  • Aumente a frequência da troca de toalhas do banheiro ou use toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos;
  • Troque as fronhas dos travesseiros diariamente enquanto estiver contaminado;
  • Não compartilhe o uso de produtos de beleza em geral.

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Imagem: Reprodução Internet

Resultado de imagem para FEBRE AMARELA SAÕ PAULOA família de uma dona de casa, que morreu de febre amarela, diz que a mulher foi impedida de tomar a vacina por tomar antidepressivos. Abigail Pereira dos Santos Souza, de anos 54, é uma das vítimas da doença do Estado de São Paulo.

“Em novembro, encontramos um macaco morto em nosso quintal e, ainda que não tenha sido feito o exame adequado para atestar se o animal foi ou não vítima da doença, ficamos bastante aflitos. O episódio acabou estimulando todos da família a tomar a vacina”, conta a filha Jéssica Tatiane de Souza, de 32 anos.

Em entrevista ao UOL, Tatiane disse que a mãe foi a única da família que não foi imunizada.

“Ela nunca se negou a tomar a vacina”, diz Tatiane. “Ela foi informada que poderia morrer caso tomasse a vacina, mas acabou morrendo por não tomar a vacina”, completa.

A Secretaria de Saúde informou que será aberta uma sindicância para apurar os fatos denunciados pela família. Além disso, declarou que “não houve e não há impedimento para nenhum paciente que não seja contraindicado”. Reprodução

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Crédito: Foto: Enio Medeiros

A Prefeitura de Aparecida em parceira com o Governo do Estado de Goiás, Corpo de Bombeiros e Forças Armadas realizará do dia 22 a 31 de janeiro a campanha Aparecida contra o Aedes. A ação, organizada em reunião realizada na manhã desta quarta-feira, 10, no Paço Municipal, tem como objetivo visitar todos os 258 mil imóveis e zerar o número de foco do mosquito e o casos de dengue no município tornando Aparecida um modelo nacional.

A campanha de combate ao Aedes se estenderá durante todo o ano de 2018 com os agentes de edemias visitando uma vez por mês todos os imóveis da cidade. “É uma ação permanente que vamos desenvolver em Aparecida e vamos dar o exemplo não só para o Estado de Goiás, mas para todo o país, zerando os os focos do mosquito”, informou o vice-prefeito e secretário de governo de Aparecida, Veter Martins.

Segundo o coordenador de Vigilância Ambiental, Iron Pereira, 220 agentes realizam visitas nas residências diariamente e durante os oitos dias de campanha mais de 780 pessoas estarão envolvidas nas ações de educação saúde, prevenção e combate à dengue. “Em 2017, os agentes realizaram um milhão visitas no município de Aparecida, ou seja, um único imóvel foi visitado cerca de quatro vezes durante o ano”, apontou o coordenador.

Durante a campanha, uma força tarefa irá visitar 100% das casas no município mensalmente. “O trabalho educativo é comprovado cientificamente como a melhor forma de combater o Aedes aegypti e através das visitas e da comunicação com os moradores vamos mudar efetivamente a realidade do município. Pois o morador vai eliminar criadouros do mosquito em casa e deixar de ir ao posto de saúde”, relatou Veter Martins.

De acordo com os dados do Boletim da Dengue da Secretaria Estadual de Saúde, Aparecida registrou 11.489 casos de dengue e dois óbitos em 2017. Segundo o coordenador de Vigilância e Controle Ambiental de Vetores da Secretaria Estadual de Saúde, Marcelo Rosa, a campanha pretende aumentar o número de visitas e orientar a população para colaborar para atingir signifitivamente na redução total dos indíces de dengue e focos do mosquito no município.

“Considerando que Aparecida é a segunda maior cidade do Estado, visitar 100% dos imóveis do município é um desafio muito grande, mas nós vamos conseguir realizar este trabalho mensalmente. Com isso, o município será o cartão postal do Estado na campanha Goiás contra o Aedes”, ressaltou Marcelo Rosa.

Participaram da reunião para a realização da campanha de combate ao Aedes em Aparecida, Amanda Faria da Vigilância Epidemiológica municipal; Gustavo Amaury Assunção da coordenação de Atenção Básica; Vando Pereira do Prado da diretoria de Epidemiologia da SMS; Pedro Pereira da Silva Filho do Controle de Vetores; tenente Sabattini do Corpo de Bombeiros de Goiás; dentre outros agentes de saúde.

Reprodução/Fonte: Elzenúbia Moreira

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Crédito: Carol Garcia/ SECOM

Resultado de imagem para hemocentro goiâniaA direção do Hemocentro de Goiás conclama a população a doar sangue em favor da vida de uma infinidade de pessoas que enfrentam problemas de saúde e necessitam do componente para sobreviver. O diretor administrativo da unidade, Arione de Paula, destaca que a doação é fundamental neste período do ano, em função das férias, das viagens e do carnaval, quando é registrado um número maior de acidentes com consequente aumento da demanda por sangue.

O Hemocentro tem capacidade para armazenar até 1,8 mil bolsas de sangue. Atualmente, contudo, o estoque da unidade gira em torno de apenas 300 bolsas de sangue. “Estamos atuando no limite”, enfatiza Arione de Paula, ao destacar que o sangue é insubstituível e, de fato, o único componente capaz de salvar vidas quando a pessoa necessita dele. A baixa adesão da população à doação do sangue também está visível nas estatísticas da unidade. O Hemocentro pode receber até 250 doadores por dia. Atualmente, contudo, cerca de 70 pessoas procuram o local para doar sangue.

Uma bolsa de sangue tem validade por 42 dias. Para doar, o voluntário deve ter mais de 16 anos, estar em boas condições de saúde e pesar acima de 50 quilos. Com o intuito de chamar a atenção da população e possibilitar o acesso aos potenciais doadores, o hemocentro de Goiás realiza coletas externas em sua Unidade Móvel. O veículo, totalmente dotado dos equipamentos necessários à doação, vai permanecer instalado das 8 horas da manhã às 17 horas no dia 25 de janeiro na sede da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), e no dia 26 de janeiro no Sindicato dos Condomínios e Imobiliárias (Secovi).

Arione de Paula informa que em cada ação da Unidade Móvel, cerca de 120 pessoas se dispõem a doar , o que gera em torno de 80 a 90 bolsas de sangue.

Cronograma da Unidade Móvel

Data: 25 de janeiro de 2018

Local: Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz)

Horário: 8 às 16 horas

Endereço: Avenida Vereador José Monteiro, número 2.233, Setor Nova Vila

Data: 26 de janeiro de 2018

Local: Sindicato dos Condomínios e Imobiliárias (Secovi)

Horário: 8 às 16 horas

Endereço: Rua C-136, número 681, quadra 307, lotes 20 e 21, Jardim América.

Comunicação Setorial da SES

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Crédito: Wilson Dias/Agência Brasil

Resultado de imagem para O ministro da Saúde, Ricardo Barros,O ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse hoje (10) que não há risco de desabastecimento da vacina contra a febre amarela no país. Ontem (9), a pasta anunciou que vai usar doses fracionadas em municípios selecionados dos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, em uma tentativa de conter o surto identificado na região.

“Não há risco de desabastecimento. Temos vacinas em quantidade. Tínhamos 20 milhões de seringas para fracionamento que compramos no ano passado e não precisamos usar. Vamos fazer uso este ano. Vamos utilizar 15 milhões nessa operação Rio-Bahia-São Paulo. E temos ainda 5 milhões em estoque. Se houver novas áreas de circulação do vírus, estamos prontos para fazer a vacinação e evitar ao máximo a transmissão da febre amarela pelo mosquito silvestre”, afirmou Barros.

Em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, Barros lembrou que o vírus da febre amarela sempre esteve presente no Brasil e que já havia uma extensa região no país onde a imunização contra a doença é permanente. Segundo o ministro, todos os anos, o governo distribui um total de 13 milhões de doses para vacinação nessas áreas específicas.

“Temos vacinas suficientes. As pessoas devem se imunizar. Quem vai viajar para uma região de mata, para uma região de risco, tem que tomar a vacina duas semanas antes porque a vacina demora a fazer efeito”, explicou. “Não é viajar amanhã e tomar a vacina hoje. Não funciona. Tem que ter uma certa antecedência”, concluiu.

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Foto: Divulgação Goiás Agora

Para aprimorar os conhecimentos e se inteirar sobre as boas práticas de gestão, gestores Hospital Estadual de Urgências da Região Noroeste de Goiânia Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol) participaram do I Simpósio Internacional de Excelência Operacional do Hospital Sírio-Libanês, realizado nos dias 28 e 29 de novembro, em São Paulo.

O objetivo foi apresentar conceitos e experiências de sucesso na aplicação de metodologias como Lean Thinking, Lean Six Sigma e Design Thinking, envolvendo o Hospital Sírio-Libanês e outras instituições de referência na área de saúde, nos âmbitos público e privado.

Dentre os temas abordados estavam: programa do Hospital Sírio-Libanês e aplicação em outras instituições, excelência operacional nas emergências do SUS, ações no contexto da prestação de serviços de saúde no Brasil e gerenciamento de projetos com diferentes abordagens.

Os gestores do hospital e do corporativo da organização social AGIR que participaram do simpósio são os profissionais que estão dedicados ao projeto “Excelência Operacional nas Emergências do SUS”, do Ministério da Saúde, por meio da consultoria do Hospital Sírio-Libanês, um dos hospitais de excelência no Brasil. São eles: Adriano Barbosa, Andréa Prestes, Dagoberto Barbosa, Dante Garcia, Guilherme Rodrigues, Guillermo Sócrates, Janine de Paula, Luiz Carlos Freitas, Luiz Sampaio e Virgínia Pereira.

Saiba mais

O projeto foi iniciado em agosto de 2017 e tem conclusão prevista para dezembro deste ano, com as seguintes etapas: diagnóstico, desenvolvimento do plano de contingência, melhoria dos processos, estabelecimento de protocolos clínicos e aprendizado com as boas práticas. O gerente do projeto “Excelência Operacional nas Emergências do SUS”, Ricardo Bertolucci, responsável pelos seis hospitais envolvidos no projeto, explica que “esse projeto foi uma demanda do Ministério da Saúde junto ao Hospital Sírio-Libanês com o objetivo de reduzir o problema de superlotação nas emergências do SUS. Como o Hugol é um hospital recente, o Ministério entendeu que seria a melhor escolha”.

Além do Hugol, que está representando Goiás e o Centro-Oeste do país, existem outras cinco unidades inseridas na consultoria durante esse semestre, hospitais localizados em São José (SC), Fortaleza (CE), Belo Horizonte (MG), Palmas (TO) e São Paulo (SP). Marco Bravo, consultor de excelência operacional do Sírio-Libanês, conta que “estamos na fase de implantação dos planos de ações e de análise do andamento. Dentre os hospitais do projeto, o HUGOL teve um excelente desenvolvimento e progresso na execução das iniciativas, o que expressa muito bem sua capacidade de gestão e motivação no projeto. Os indicadores estão avançando bastante e a capacidade operacional está definida e controlada”.

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Imagem: Reprodução TV Globo

A atleta Rayane Sena, paciente do Centro Estadual de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo – Crer, construído pelo Governo de Goiás, foi convidada especial do programa Encontro, da Rede Globo, nesta terça-feira, dia 07, e deu uma lição de otimismo e superação ao relatar sua trajetória de recuperação de uma amputação. Após sofrer um acidente de moto aos 17 anos, ela teve a perna direita amputada e fez a reabilitação no Crer.

No programa, a atleta relatou aos telespectadores e à Fátima Bernardes que o uso da prótese foi uma adaptação difícil no começo, mas que se tornou muito mais fácil após o trabalho da Oficina Ortopédica do Crer, que inovou ao estampar as tradicionais próteses cor da pele, numa espécie de tatuagem ao gosto de cada paciente.

Rayane por exemplo, recebeu a prótese do time do coração, o Goiás Esporte Clube, e agora, na segunda estampa, caveirinhas divertidas para agradar ao filho Iarley. “Todo o atendimento é inteiramente gratuito”, destacou a própria Fátima. A atleta contou que só teve coragem de usar saias e vestidos e mostrar a prótese após o trabalho de estampa, feito com muito capricho pela equipe do Crer.

Estampas

A iniciativa partiu dos próprios colaboradores da oficina ortopédica, que tiveram a ideia de personalizar os dispositivos, transformando uma prótese convencional em um produto individualizado, de acordo com o gosto do paciente. São os próprios pacientes que decidem a imagem que aplicarão em suas próteses. A equipe já “tatuou” dezenas de imagens diferentes nas próteses dos pacientes.

O gerente da Oficina Ortopédica do Crer, Alysson Alvim Campos, relatou que o resultado agradou e muito aos pacientes. “Eles trazem a estampa que querem laminar na prótese e quando pronta, fica muito bonita. Os colaboradores da oficina estão caprichando bastante nesse trabalho, que tem ajudado pacientes amputados a se adaptarem melhor com a prótese, além de elevar a autoestima”.

A personalização tem custo zero, e é feita de forma gratuita aos pacientes do Crer. A Oficina Ortopédica do Centro de Reabilitação e Readaptação Dr. Henrique Santillo (Crer) inovou na fabricação das próteses dispensadas aos pacientes que encaram o trabalho como uma espécie de “tatuagem”. “O custo é irrisório diante do benefício aos pacientes na sua reabilitação e mesmo na adaptação deles à prótese”, destaca Alysson. O trabalho tem chamado a atenção dos pacientes e, após as reportagens, a demanda pela troca de próteses “tatuadas”, aumentou.

Goiás Agora

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Imagem: Reprodução Internet

Em Goiânia, 6,8% dos cidadãos são fumantes passivos em casa e 7,7% em ambiente de trabalho, segundo pesquisa da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel). Em relação aos fumantes involuntários em domicilio, a cidade tem o 10º melhor desempenho entre as Capitais. A taxa mais favorável do país é a de Aracaju, com 5,1%; e a pior, a de Porto Alegre, 10,3%.

As mulheres de Goiânia são maioria entre os fumantes passivos no local onde moram, 7,4%. Os homens somam 3,6% nesse caso, as nonas menores taxas do Brasil em ambos os casos. No conjunto das capitais, a média de fumantes involuntários em casa é de 7,3%, portanto, acima da identificada em Goiânia. A maioria deles tem entre 18 e 34 anos. No país, de acordo com a Vigitel, o número de fumantes passivos em ambiente familiar reduziu em mais de 42% entre 2009, quando o país tinha 12,7% de pessoas que conviviam com o cigarro, e 2016, ano em que essa quantidade chegou a 7,3%.

Doenças

O cigarro pode causar diversas doenças tanto em fumantes ativos quanto passivos. O câncer no pulmão é, sem dúvida, uma das maiores ocorrências. Também pode haver casos de câncer na boca, na laringe, na faringe, no esôfago, no pâncreas, na bexiga, no rim e no colo de útero, por exemplo.