domingo, 17 junho, 2018
Segurança
Segurança

14
Crédito/Reprodução: Geraldo Bubniak / Agência O Globo

O Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro apresentou mais uma denúncia envolvendo o ex-governador Sérgio Cabral. Esta é a 21ª denúncia contra Cabral: uma foi apresentada pela força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba e as outras 20 pelo MPF no Rio. O ex-governador já tem quatro condenações pela Justiça Federal.

A nova denúncia apresentada pelo MPF é relativa à lavagem de dinheiro e é um desdobramento das operações Calicute, Mascate e Eficiência. Além de Cabral, também foram denunciados Ary Ferreira da Costa Filho, Sérgio Castro de Oliveira, Gladys Silva Falci de Castro Oliveira, Sonia Ferreira Batista, Jaime Luiz Martins e João do Carmo Monteiro Martins.

De acordo com os procuradores, os crimes de lavagem de dinheiro ocorreram nas seguintes modalidades: 165 atos de lavagem de dinheiro com a transferência entre 10 de outubro de 2007 a 22 de agosto de 2014 de R$ 6.858.692,06 de contas em nome de empresas do Grupo Dirija para contas em nome da empresa Gralc Consultoria (LGR Agropecuária).

Segundo a denúncia, ocorreram 39 atos de lavagem de dinheiro entre 30 de dezembro de 2009 a 2 de maio de 2011 de R$ 1.074.582,50 de contas em nome de empresas do Grupo Dirija para contas em nome da empresa Falci Castro Advogados e Consultoria.

Os procuradores também afirmam que houve oito atos de lavagem de dinheiro com a transferência entre 30 de setembro de 2013 a 22 de agosto de 2014 de R$ 157.540 de contas em nome de empresas do Grupo Dirija para contas em nome da empresa SFB Apoio Administrativo.

Defesa de Cabral

Em nota, o advogado de Sérgio Cabral, Rodrigo Rocca, afirmou que a denúncia recicla material usado em outros processos para chegar ao ex-governador “baseada exclusivamente em artifícios teóricos e nas palavras de delatores”.

“Sérgio Cabral nunca teve qualquer relação com as empresas ou com as operações financeiras nela descritas, não havendo um só indício da sua participação nos fatos investigados”, disse o advogado.

No último dia 18, Cabral foi levado para Curitiba. A transferência do ex-governador atendeu às determinações do juiz Sérgio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba, e da juíza substituta Caroline Vieira Figueiredo, da 7ª Vara Federal do Rio de Janeiro, cujo titular é o juiz Marcelo Bretas. As duas decisões apontam que Cabral tinha privilégios na cadeia. Agência Brasil

17
Crédito: Wagnas Cabral

Colégio Estadual Militar José Silva Oliveira Goianira (7)O governador Marconi Perillo e o vice-governador José Eliton inauguram, na manhã deste domingo, dia 28, no Setor Triunfo I, em Goianira, o Colégio Estadual Militar José Silva Oliveira. A nova escola era um sonho da população local, em função dos bons índices de avaliação das unidades militares de ensino do Estado. A unidade, que vai funcionar em três turnos com 1.500 alunos, é o 42º colégio militar do Governo de Goiás.

O governador e comitiva foram recebidos em Goianira pelo prefeito Carlos Alberto Andrade de Oliveira e lideranças estaduais e locais. “Esse é o um verdadeiro gol de placa que estamos fazendo aqui em Goianira”, afirmou Marconi, ao se dirigir às centenas e pais e alunos que lotaram a quadra coberta da nova unidade de ensino.

Segundo o governador, não se trata de uma escola simples, que apenas vai preparar os alunos para serem doutores, mas vai formar líderes, homens e mulheres de caráter. “Quem passa por uma escola militar, sai de lá preparado para liderar”, afirmou Marconi, ao destacar que os colégios militares ensinam os jovens a ter valores, a ter disciplina, respeitar os mais velhos. “Saem daqui preparados para exercer a verdadeira cidadania”, disse.

Marconi Perillo – Colégio Militar – Goianira – Foto Wagnas Cabral 01 (3)O governador comemorou a marca de 42 colégios militares do Governo do Estado e informou que serão construídos mais 33. “Os colégios militares de Goiás estão entre os primeiros do Brasil”. Na avaliação de Marconi, o verdadeiro combate às drogas é a escola pública de qualidade.

Por fim, enfatizou que não há nenhum estado brasileiro que tenha um projeto de instalação de colégios militares tão arrojado quanto o de Goiás, que hoje é referência para todo o país. O governador cumprimentou os pais e alunos da nova escola, ressaltando que estes sairão da nova escola preparados para enfrentar os desafios do futuro.

Marco

O prefeito de Goianira, Carlos Alberto Andrade de Oliveira, considerou a inauguração da escola como um “momento mágico” da história do município. A escola leva o nome do pai dele, José Silva Oliveira. Na avaliação do prefeito, a instalação de um colégio militar na cidade vai representar “um marco” no avanço na Educação municipal.

Ele enfatizou que, mesmo recém instalado, já existe lista de espera para a nova unidade. Destacou ainda a forma avançada e inovadora como o governador Marconi Perillo trata a educação em Goiás e agradeceu muito a atenção dada pelo Governo de Goiás ao município.

 

14
Imagem: Reprodução Internet

A Polícia Civil de Morrinhos apreendeu na terça-feira, dia 23, notas falsas de R$ 100, que seriam inseridas no mercado local. As investigações começaram no último fim de semana, após alguns comerciantes locais notificarem que foram vítimas de golpes, onde receberam notas falsas em seus respectivos comércios.

Os policiais civis encontraram um homem que estava guardando sete notas falsas de R$ 100. As notas falsas foram apreendidas e encaminhas à perícia para que seja possível efetuar o indiciamento do suspeito. Após a conclusão de diligências complementares, o indivíduo pode ser indiciado pela prática do crime de estelionato, cuja pena pode atingir cinco anos de reclusão.

O delegado Fabiano Jacomelis pede para que as vítimas de recentes golpes, envolvendo notas falsas, compareçam à delegacia e denunciem e, se possível, levando a nota falsa recebida.

 

18
Imagem: Divulgação

Dois condutores foram presos durante blitz da Balada Responsável do fim de semana em Goiânia. A operação em parceria com o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar, foi realizada em vários pontos da capital. No bloqueio no Setor Novo Horizonte resultou na prisão de José Carlos Lopes Malheiros Junior, que ao fazer o teste do etilômetro foi constatado o resultado de 0,35 mg/l. Ele foi encaminhado para a Central de Flagrante e autuado no Artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro.

No bloqueio no Setor dos Funcionários, o condutor Franks José da Silva, também foi encaminhado à Central de Flagrantes e autuado pelo Artigo 306 do CTB, por dirigir sob efeito de álcool.

Lei seca
É considerado crime quando o motorista é flagrado conduzindo veículos com índice de álcool no sangue superior a 0,34 miligramas de álcool por litro de ar expelido pelos pulmões ou 6 decigramas por litro de sangue. A pena de detenção pode variar de seis meses a três anos, multa e suspensão temporária da carteira de motorista ou proibição permanente de obter a habilitação.

O Código de Trânsito Brasileiro estabelece multa de R$ 2.934,70, além de sete pontos na carteira. Os condutores também têm a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) apreendida. Se o motorista tiver cometido a mesma infração nos 12 meses anteriores, o valor da multa é dobrado.

16
Imagem: Reprodução Internet

Uma conversa telefônica entre Ricardo Teixeira, ex-presidente da CBF, e Sandro Rosell, ex-presidente do Barcelona que está preso na Espanha, mostra a dupla confabulando uma viagem que permitisse que o brasileiro saísse do país sem ser preso e extraditado aos Estados Unidos para responder por crimes semelhantes aos que José Maria Marin e outros ex-dirigentes foram julgados.

Segundo o jornal “La Vanguardia”, a Justiça da Espanha registrou uma ligação entre Rosell e Teixeira em 16 de abril de 2017, um mês antes do espanhol ser preso no país europeu. O áudio capturado, inclusive, motivou a permanência do ex-dirigente do Barça na cadeia, apesar de pedidos para responder a acusações em liberdade.

Na conversa, Teixeira pede que Rosell articule viagens para Qatar ou Tailândia, locais em que o brasileiro não poderia ser extraditado aos Estados Unidos. O espanhol alerta que o país norte-americano e a Europa como um todo seriam locais de risco para o ex-presidente da CBF.

“O único lugar que eu penso que é perigoso para ti, logicamente, é a casa dos gringos, logicamente, e Europa”, afirmou Rosell. “Não, não. Europa nem pensar”, respondeu Teixeira.

“E os gringos muito menos. No resto do mundo, na minha opinião, não tem nenhum problema. Mas vamos estar seguros, porque em duas semanas estarei ali. Estarei com Tamine e o perguntarei. Vou pedir, não perguntar”, continuou Rosell.

“Você diz para ele que ‘Ricardo quer ir ali, mas necessita de uma garantia sua. Você o convida para que ele entre e saia dali'”, pediu Teixeira. A Justiça espanhola considerou essa tentativa de intermediação por parte de Rosell como um risco de fuga da Espanha caso o ex-presidente do Barcelona receba liberdade para responder seu processo.

Segundo o “Estado de S. Paulo”, Teixeira também citou Dubai como um possível destino, mas se corrigiu posteriormente, apontando o Qatar. A publicação brasileira alerta que o nome do emir qatariano tem um nome semelhante ao “Tamine” mencionado na conversa: Tamim bin Hamad Al-Thani. (Folhapress)

5
Foto: Folha News/Júlio César
Foto Fernando Leite

Em mais uma ação para fortalecer o trabalho de ressocialização de jovens em conflito com a lei, o governador Marconi Perillo inaugurou nesta sexta-feira, dia 19, no Setor Chácara do Governador, a primeira das duas Casas de Semiliberdade que estão sendo construídas em Goiânia. A segunda unidade deverá ficar pronta ainda este ano.

O novo espaço oferecerá mais 20 vagas para menores em processo de ressocialização e na prática vai desafogar os Centros de Atendimento Socioeducativos (Cases) de Goiânia e Anápolis, que já foram entregues e estão em funcionamento. Outros seis estão em construção nos municípios de Itaberaí, Rio Verde, São Luiz de Montes Belos, Caldas Novas e Itumbiara.

“Estamos tirando leite de pedra. Não vai faltar dinheiro para o sistema socioeducativo”, disse Marconi, enfatizando que tanto as unidades dos Cases quanto as Casas de Semiliberdade atendem às normativas do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), quanto à necessidade de ressocialização dos internos, por meio de atividades educacionais, incluindo cursos profissionalizantes e de inserção no mercado de trabalho.

“Estamos evitando, com antecedência, problemas no sistema carcerário”, afirmou o governador, ao explicar que os investimentos em projetos socioeducativos destinados a jovens em conflito com a lei já somam R$ 80 milhões, dos quais R$ 15 milhões só no ano de 2016.

Para o governador, é importante estimular a regionalização do processo de ressocialização dos jovens nesta condição, com o envolvimento da família e das políticas afirmativas de Estado. “Esse não é um trabalho qualquer. Aos poucos estão sendo desarmados todos os entraves”, assinalou, reforçando que não faltarão recursos para execução dos projetos socioeducativos.

A secretária Lêda Borges (Cidadã) destacou a sensibilidade do governador de priorizar as ações de acolhimento aos jovens em situação de conflito com a lei. “Não nos furtamos da responsabilidade enquanto ente público”, declarou.

Segundo ela, Goiás lidera o ranking nacional de investimentos na área de ressocialização dos jovens nesta condição e hoje conta com sete novos Cases, dos quais seis em construção. Já foi entregue o Case de Anápolis, ao custo de R$ 13,8 milhões, e readequado o Case de Goiânia, onde foram aplicados de R$ 2 milhões. A secretária lembrou que as ações do governo estadual não se limitam ao socioeducativo, mas também em áreas estratégicas como a Educação. Para se ter ideia, já são 12 colégios estaduais no Entorno de Brasília que passarão a funcionar em tempo integral.

Diferentemente do Case, na Casa de Semiliberdade os jovens participam de atividades socioeducativas externas durante o dia, frequentam escolas e cursos de educação profissional, e retornam para dormir na casa. Nos Cases, o regime é fechado por um período de até três anos.

Gabinete de Imprensa do Governador de Goiás

6
© Arquivo pessoal

Após ser detido por tentativa de homicídio dentro de um hotel em Rio Claro, no interior de São Paulo, nessa segunda-feira (15), o ator Thierre Di Castro Garrito, 29 anos, continuará preso, conforme decisão judicial. A namorada do artista, a norte-americana Mariah Bonsal, 27, também foi presa na ocasião e liberada no dia seguinte. O casal foi ouvido, nesta terça (16), durante audiência de custódia.

Além de efetuarem tiros no estabelecimento e contra policiais, os dois vão responder ainda por porte ilegal de armas. A advogada do casal, Simone Widmer, já pediu habeas corpus e vai solicitar Thierre seja transferido para o Centro de Ressocialização de Rio Claro.

No dia da prisão, os suspeitos não conseguiram ser claros por estarem sob efeito de drogas. O juiz que determinou a permanência do ator na prisão alegou que a detenção é necessária devido ao estado do homem, que foi transferido para a penitenciária de Itiparina.

Entenda o caso

Após uma suposta mudança de quartos dentro de um hotel em Rio Claro, no interior de São Paulo, um casal de namorados foi preso em flagrante, na madrugada dessa segunda-feira (15). A solicitação para alterar o cômodo foi por questão de segurança, conforme os suspeitos.

Eles atiraram com a chegada da polícia e um dos disparos atingiu o escudo de proteção da equipe. Os dois vão responder por porte ilegal de arma e tentativa de homicídio qualificado. O ator estava com um revólver calibre 38 e a namorada com uma pistola 635. Reprodução: Minuto da Notícia

6
Imagem: Reprodução Internet

presídio 1A Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE-GO) inicia nesta terça-feira, dia 16, o plano de ação relacionado ao sistema carcerário. Nove defensores públicos realizarão entrevistas individuais com os apenados, selecionados por amostragem.

Esse primeiro trabalho contemplará os reeducandos da Casa do Albergado, em Aparecida de Goiânia. No entanto, o objetivo é fazer o diagnóstico de todas as unidades prisionais goianas. Nesta quarta-feira, dia 17, serão realizadas as entrevistas na ala feminina da Casa do Albergado.

O Núcleo de Direitos Humanos da DPE-GO definiu o cronograma de atendimentos em razão das recentes ocorrências no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia e de denúncias recebidas sobre violação de direitos humanos no sistema carcerário nas unidades definitivas e provisórias.

A ação é idealizada pelo Núcleo de Direitos Humanos da DPE-GO, que fará os atendimentos e inspeção em parceira com o Núcleo de Execução Penal. A coordenadora do Núcleo de Direitos Humanos, defensora pública Fernanda Fernandes, afirma que a intenção é “averiguar o estado de respeito ou violação aos direitos humanos dos detentos das unidades de privação de liberdade definitivas e provisórias, sendo que ao final deste trabalho será produzido um relatório que vai embasar as ações dos dois Núcleos.

De acordo com a coordenadora do Núcleo de Defensorias Especializadas em Execução Penal, Laura Silveira, essa atuação é voltada principalmente para o atendimento de demandas coletivas, mas por meio do questionário a ser aplicado também serão coletadas demandas individuais dos internos. Paralelamente a essa ação, o Núcleo continua atendendo as necessidades individuais dos apenados normalmente.

Dicom/DPE-GO

9
Imagem: Reprodução Internet

Moradora em um bairro que tem ruas sem asfalto, Dih Alcântara passou por uma situação no mínimo constrangedora ao chamar o serviço de UBER. O motorista que aceitou a corrida não quis ir até o local. De acordo com os prints das mensagens publicadas pela solicitante, ele reclamou que a rota só mostrava “ruas de atoleiro”. O problema começou quando ela pediu para que ele cancelasse então.

Irritado com o pedido, o motorista mandou a passageira ir “dar o c*”, o que causou indignação na jovem. “Se está trabalhando tem que ter diálogo com o passageiro para facilitar a viagem dos dois lados. Aí vêm esses mal-educados, se tem problemas pessoais, os passageiros não tem culpa. Cada um tem que saber o seu lugar, sempre é bom tratar o próximo pelo menos com educação”, reclamou.

“Tenha um pouco de amor pelo seu trabalho, independente de qual seja, pois é ele que te dá o que comer”, sugeriu. O caso foi postado nas redes sociais e no grupo Aonde Não Ir em Campo Grande causando grande discussão sobre o assunto.

O serviço tem sido foco de debates e embates quando envolve o fato de que muitos motoristas estão sendo denunciados. Segundo a plataforma UBER, os motoristas mal avaliados são desligados do aplicativo.

Entre os internautas, o debate ficou na sugestão de reportar à UBER, que é uma opção que o passageiro tem para denunciar os motoristas que não são bem avaliados. Porém, para a maioria, o motorista errou ao mandar a passageira ir tomar em lugar impróprio.

A reportagem tentou contato com a empresa, porém as mensagens não foram respondidas até o fechamento da matéria. Fonte/Reprodução TopMídia News

12
Foto/Reprodução: José Cruz/Agência Brasil

O desembargador aposentado Wálter Maierovitch, que se dedica a estudar a ação de organizações criminosas, afirma que o fortalecimento do Primeiro Comando da Capital (PCC) e o aumento de conflitos entre as gangue podem ter impacto no resultado das eleições deste ano.

Maierovitch explicou em entrevista à ‘BBC’ que o PCC – maior facção do Brasil – ainda não alcançou a importância econômico de antigos grupos mafiosos italianos ou de cartéis colombianos e marroquinos, mas vem expandido a sua atuação e tem força suficiente para influenciar as próximas eleições. O especialista cita que há relatos de que o grupo paulista patrocine eventos de igrejas na periferia de São Paulo.

De acordo com ele, facções criminosas costumam se infiltrar no poder político para fazer acordos que reduzam a repressão policial, o que, segundo ele, já acontece na periferia da capital paulista. “A polícia não vai à periferia, onde o PCC atua livre, leve e solto. Há uma lei do silêncio na periferia de São Paulo”, explicou. Em nota ao site, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo contestou a afirmação.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, e o ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência, Sérgio Etchegoyen, já demonstraram essa preocupação. Para ambos, o fim da possibilidade de empresas fazerem doações para campanhas eleitorais abre espaço para que o crime organizado financie candidatos por fora.

Wálter Maierovitch é ítalo-brasileiro e será candidato a deputado do Parlamento italiano nas próximas eleições, em março. Reprodução: Minuto da Notícia